Fluxo-da-felicidade

Trecho do filme - O vendedor de sonhos

“Na realidade somos todos traidores, traímos nossos sonhos. Nos finais de semana, férias e o mais importante – Traímos o tempo que jogamos fora –  quando deveríamos estar ao lado das pessoas que amamos.

No meu peito está represado todos aqueles beijos e abraços que eu não dei. os diálogos que eu não tive tempo de ter.

Nesse dia, morreu o homem que valorizou o trivial e desprezou o essencial . Esse homem morreu, não posso voltar o tempo, mas posso recomeçar. Trecho do filme “O Vendedor de Sonhos” – Augusto Cury.

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Aprendemos que se estamos passando por provações, é porque devemos algo a Deus, a mais alguém ou até mesmo está corrigindo falhas de outras vidas.

Existe dentro de nós um sistema de crenças que começa antes mesmo de nascermos sobre o que é CERTO ou ERRADO sob o ponto de vista de uma sociedade, um núcleo religioso, família ou dos seus pais.

Na balança do Destino estamos sempre devedores, há sempre contas para pagar e se não for dessa vida, é muito provável trazer de outra.

E se tudo isso for apenas uma nova chance, uma nova vida para fazer escolhas diferentes dos seus “antepassados”, dos “seus pais” ou até mesmo das “suas vidas passadas”.

O que mudaria? O que faria com todos os seus pecados como um ser infinito?

O que um ser infinito escolheria? Mais consciência? Mais facilidade?

Responda apenas, “você” está feliz?

No meu ponto de vista interessante, tudo é uma oportunidade que unicamente lhe conduzirá a ESCOLHER.

O que escolhe? Algo diferente? Ou continuará a escolher a mesma coisa?
O que eu posso ser, fazer, ter, criar ou gerar, que tornaria a sua
vida e o mundo um lugar melhor? O que está certo sobre ser você por inteiro, sem tirar nem por?

Se eu estivesse vivendo a minha missão de vida hoje,  o que eu escolheria criar?

Se fosse totalmente ser tudo o que você é, sem estar preocupado em ser qualquer outra pessoa, abandonar todos os julgamentos, conclusões e expectativas dos outros sobre sua vida, o que estaria fazendo agora?

Estaria mais feliz ou frustrado em ser completamente, singularmente você?

Há muitas maneiras de perdermos a direção, ser incompreendido ou sentir um vazio que machuca, que nos leva para culpa, seja culpando alguém ou nos culpando.

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Como seria sentir a sensação de harmonia e bem-estar, de ser responsável por si mesmo, viver sem sentir ressentimento, rejeição, remorso ou revanche (vingança)?

Esses sentimentos nos tira o chão, perdemos a saúde, a alegria e nos tornamos escravos do passado.

Esse passado pode ser ontem, quando crianças, dentro do ventre, dos nossos pais ou antepassados. Além que tudo que o nosso DNA gera de informação, ainda “Eu sou tudo que eu sou eternamente” e é exatamente agora, nessa vida, com todos os seus desafios que tudo pode mudar.

Quando as curas são feitas, as feridas curadas e novos sentimentos instalados, então poderá experimentar mais abundância, relacionamentos nutritivos e quem sabe experimentar conhecer você por inteiro.

Todas as ferramentas disponibilizadas no Fluxo da Felicidade, são técnicas de cura energética e vibracional (Barras de Access, ThetaHealing, Reiki, Processos Corporais, Cromoterapia, Regressão etc) para curar as feridas do “coração”, trazer uma nova “Consciência” e Coaching de autoconhecimento, ferramentas que lhe dará o poder de novas escolhas.

Em algum momento da sua vida, você já se fez uma dessas perguntas?

“Por que tudo dá errado, quando sempre tento fazer o que é certo?”

“Se eu rezo, procuro fazer o melhor que posso por todo mundo, porque parece que o mundo inteiro desaba sobre minha cabeça?”   

 “Se venho seguindo todas as receitas de prosperidade, cura e rituais para o amor, por que tenho a sensação que estou cada vez mais distante do que eu quero?  

Seja-vindo, eu sou Mara Flores, criadora do blog Fluxo da Felicidade.

O Fluxo da Felicidade,  é totalmente baseado em experiências e técnicas de autodesenvolvimento, com estudos profundos e vivências. Esta é uma proposta para decifrarmos as mensagens do seu inconsciente e jogar o  jogo da vida para ganhar.

Muitas vezes precisamos de um conselho, mas um conselho que venha de nós mesmos, trazendo mais clareza para que possamos fazer escolhas mais conscientes e assertivas.