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O amor tem prazo de validade? Tem idade certa?

Orientação Comportamental

Melhor idade é a que está vivendo.
Até que idade poderá acontecer um relacionamento amoroso apaixonante? Só há prazo para quem os coloca.
Não somos como produtos de prateleiras que devem ser retirados porque está vencido, no entanto, nos transformamos naquilo que acreditamos.
“Dana Jackson  casou-se com seu primeiro marido aos 15 anos. No início deste ano – pouco antes de Dia dos Namorados – ela se casou de novo com a idade de 100”.

Cabe a cada um de nós, como espíritos livres que somos, a responsabilidade por nosso próprio destino, assumindo nosso próprio poder.

 

Casamento na terceira idade: muito amor e alegria

 

O amor pode tomar conta de você em qualquer fase da sua vida, sem aviso ou hora marcada.

Quem já ouviu falar de pessoas que passam anos procurando por um parceiro, um marido ou esposa idealizada, então que tal: Um banqueiro, um vegetariano, um esquiador, um poeta, alguém importante, um artista quem sabe, alguém que dirige um carro importante, abre a porta, a carteira e o coração para você, alguém com lindo corpo e idade perfeita. 

E então se apaixonou por um tipo completamente diferente daquele ideal para o real, alguém muito mais jovem ou mais velho, digamos.

Os cientistas acreditam que descobriram uma fórmula simples para relacionamentos felizes. 

Era uma vez, um homem e uma mulher que trocavam olhares em um café.

O primeiro estágio é chamado de “limerence”. Esta é a sensação de formigamento, de palpitar o coração, não pode parar de olhar, quando parece que o mundo pára de girar e o tempo fica congelado naquele instante e pára diante da força do seu desejo.

O homem, um psicólogo , então de 44 anos,  discreto e estudioso, foi atraído pela  mulher de cabelos pretos encaracolados, despojada e imprimia muita personalidade, ao seu lado a caixa de um violino.

A mulher, de 35 anos de idade, fazia parte do conservatório de música de Viena e estava passando férias no Brasil, na casa de amigos que conhecera lá, ele um professor universitário apaixonado pelos livros, dedicado a docência e um carro indecente, eleito pelos alunos como o veículo mais feio do corpo docente da Universidade.

Um esbarrão na entrada, uma única mesa e o mesmo pedido, café um creme sem açúcar, de um lado ela deu uma risada que imediatamente para ele se iluminou.

Embora tivesse medo de se apaixonar não resistiu aos encantos na mulher misteriosa – ambos tinham se divorciado antes – mas ela era completamente diferente, estava aberta a novos encontros e desencontros como parte natural da vida.

Sem perceber já estavam conversando, no final ele esqueceu dos seus medo, iniciou uma conversa divertida e apesar da aparente diferença muitas coisas em comum. As horas passaram sem que se desse conta, trocaram os números de celulares e anos depois trocaram alianças em Viena.

Você pode esperar que o amor seja a última fronteira quebrada pelas crenças e julgamentos. É a Antártida da experiência humana, alimentando ricamente os oceanos de nossas emoções, mas de alguma forma permanecendo indescritível e desconhecida.

Filósofos discutiram sobre isso por milênios sem chegar a uma definição satisfatória. Poetas como Erich Fried capturam sua estranha mistura de prazer e dor, o senso de sua ingovernabilidade essencial: “É tolice, diz cautela / É impossível, diz experiência / É o que é, diz amor”.

 



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