Ajudando você, Ajudo outros!

  • Fluxo da Felicidade, Terapias integradas;
  • Saia do piloto automático e assuma o controle da sua vida;
  • Barras de Access - 32 pontos em sua cabeça que vão mudar sua vida;
  • Reiki - energia da alegria, do amor e da gratidão que cura;
  • Ninguém entende mais de você do que você mesmo;
  • Saia da crise aprendendo a construir seu poder pessoal;
  • Quer mudar o mundo? Mude seu interior e verá que tudo a sua volta mudar;
  • O passado seu mestre, o presente o convite, seu futuro sua meta;
  • O Universo responde a quem você é e não ao que você quer;
  • Tome suas decisões sempre a favor das suas paixões;
  • Aproveite seu tempo explorando novas possibilidades de ser ainda melhor;
  • Viver no seu presente, é o seu melhor presente;

Um grande amor é um peso que muitos carregam, porque sentem que falharam.

Eu atendo muitas pessoas que se sentem frustradas pela cobrança em não ter casado, ter filhos, ainda estar com os pais,  de passar por vários relacionamentos com a sensação que nada muda além do fracasso, enxergando no outro o que queriam para si.

O mais incrível, é que acabam aceitando qualquer relacionamento, sejam impostos pela família, sociedade, mídias sociais, por suas crenças de “tem que….” “Senão….” e assim se sentem inclusos.

Para algumas pessoas estar com alguém, é mais importante do que estar feliz.

Na maioria das vezes, durante o caminhar do processo do Fluxo da Felicidade,  percebo a falta do auto respeito, amor próprio, porque alguém um dia lhe ensinou que para ser feliz precisa que alguém lhe ame, mas esqueceram de dizer que antes deve se amar por inteiro e assim aprender a dizer NÃO quando é NÃO e SIM quando vier carregado de acréscimo.

O amor chega de mansinho quando a carência se vai. O amor não dói, o que dói é a expectativa, o arrependimento, o sofrimento e entrega sem limites.

Até onde ir?

“Minha generosidade é tão ilimitada quanto o mar, Meu amor é tão profundo; quanto mais eu te dou, mais eu tenho, pois ambos são infinitos” – William Shakespeare, Romeu e Julieta.

Uma das mais belas e trágicas histórias de amor de todos os tempos. A história de Romeu e Julieta praticamente transformou-se em um arquétipo da psique humana.

Esta tragédia shakespereana, elaborada entre 1591 e 1595, não é significativa apenas por enfocar o amor proibido entre dois jovens na Verona renascentista, mas também por denunciar a hipocrisia e as convenções sociais, os interesses econômicos e a sede de poder, elementos que engendram inevitavelmente a intolerância e condenam o sentimento nobre que brota dos corações de Romeu e Julieta.

“Há apenas uma felicidade nesta vida, amar e ser amado” – George Sanders

George casou-se três vezes. A primeira com Susan Sanders, em 1940. O casamento entraria em ruínas nove anos depois, quando ele conheceu Zsa Zsa Gabor.

O relacionamento com Zsa Zsa era tumultuado e marcado pelo ciúme excessivo. Pouco tempo depois de se divorciar, George se casaria novamente. Desta vez com Benita Hume, Benita também era atriz .

Em 1970 ele voltaria a se aproximar da família Gabor. Dessa vez a escolhida foi Magda Gabor, irmã mais velha de Zsa Zsa. O casamento com a socialite e aspirante a atriz não deu certo, sendo anulado seis meses depois.

Nos últimos anos George não fazia questão de ser simpático com os fãs ou dar entrevistas. Chegava a falar que não era obrigado, já que não era pago por isso.

Geralmente era considerado uma pessoa rude e desagradável e não fazia muito sucesso fora de seu círculo de amizades. Ele considerava trabalhar no cinema um meio apenas para ganhar dinheiro: “atuar para mim sempre foi apenas um meio para mim. Com isso ganho meu dinheiro para fazer o que eu quero.” George não parecia ser muito feliz, apenas vivia um dia após o outro.

“O amor imaturo diz: ‘Eu te amo porque preciso de você’. O amor maduro diz “Eu preciso de você porque amo você” – Erich Fromm

“A melhor coisa a se segurar na vida é o outro” – Audrey Hepburn

Um novo livro revela o caso de amor e o desgosto sofrido pela atriz de Bonequinha de Luxo. Audrey Hepburn chorou amargamente quando William Holden revelou que não poderia lhe dar filhos. Uma das atrizes mais queridas do cinema americano, Audrey se transformou em um ícone de estilo e a terceira maior lenda do cinema, segundo a AFI.

A atriz estava preparada para jogar tudo para cima e ser tachada de “rouba maridos” se William Holden deixasse a esposa para se casar com ela.

O amor tem um preço? Até onde iria por amor? E se não for amor, for um ponto de vista que comprou dizendo que a vida é assim, que está tudo certo. Seria o medo e não o amor que te aprisiona ao invés de gerar liberdade?

O medo de viver sem o outro gera a sensação de que vai morrer por isso? Onde estará você que não dentro de si mesmo? Em que parte do caminho se perdeu? Que valores está corrompendo por isso?

Outro ponto de vista do amor

“As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas nem tocadas. Elas devem ser sentidas com o coração” – Helen Keller

Filha de um capitão aposentado e editor do jornal local, com 19 meses de idade contraiu uma doença desconhecida diagnosticada como febre cerebral, que a deixou cega e surda.

Além de aprender a ler, escrever e falar, Helen Keller demonstrou também excepcional eficiência no estudo das disciplinas do currículo regular.

Sua luta árdua e vitoriosa para integrar-se na sociedade, tornando-se além de célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo trabalho incessante que desenvolveu para o bem-estar das pessoas portadoras de deficiências.

Seus livros foram transcritos em várias línguas. Em 1954, a “História da minha vida”, após cinquenta anos de sua publicação como livro, foi traduzido em cinquenta línguas.

Foi também em 1924 que Helen Keller começou sua campanha para levantar o “Fundo Helen Keller” para a Foundation. Até a sua aposentadoria da vida pública, ela foi incansável em seus esforços para que esse Fundo tivesse os recursos necessários para garantir programas de educação e reabilitação de cegos e surdos-cegos.

São dela estas palavras:

Se metade do dinheiro gasto hoje em curar cegueira, fosse utilizado em preveni-la, a sociedade ganharia em termos de economia, sem mencionar considerações de felicidade para a humanidade.

“O amor é a vida. Tudo, tudo que eu entendo, eu entendo apenas porque eu amo. Tudo é, tudo existe, só porque eu amo” – Leo Tolstoy

O conde Leon Tolstoi (1828-1910), renomado escritor e filósofo russo, escreveu, entre outras obras-primas da literatura, Guerra e Paz (1863-69) e Anna Karenina (1875-77). Considerado um dos maiores romancistas da história, Tolstoi influenciou profundamente grande parte da literatura do século XX, e seus ensinamentos morais ajudaram a formar os pensamentos de diversos líderes espirituais e políticos.

Distanciando-se cada vez mais de sua família, Tolstoi decidiu entrar para um mosteiro. Planejou a fuga e, no dia 31 de outubro de 1910, finalmente embarcou num trem, acompanhado apenas da filha Alexandra e de um criado. Com a saúde abalada, foi obrigado a descer na cidadezinha de Astapovo, sendo acolhido pelo próprio agente da estação.

Aos 82 anos sai de casa, após várias brigas com a esposa, que não aceita seu desejo de doar as propriedades da família. Morre dias depois, de pneumonia, na estação ferroviária de Astapovo, na província de Riaz.

Saiba mais

Quando ouvir uma declaração de amor que parece perfeito, que gostaria de estar vivendo o mesmo que essa pessoa, pesquise a vida dela, veja se ela é realmente um modelo de sucesso. 

O caminho do amor

Quem prende o amor ou tentar entender o amor, já deixou de ser amor. O amor não tem forma, tem jeito. O amor não cobra, agradece. 

O amor começa por amar você exatamente por quem você é, sem tirar nem por. O que frustra é ter que deixar de ser você para ser qualquer outra pessoa que alguém idealizou.

Há pessoas que vivem a solidão acompanhada acreditando que isso é amor.

Há pessoas que estão vivendo a solitude do momento sem a NECESSIDADE do outro e está aberta para o amor.

Esse é o meu ponto de vista sobre o amor.

E você, o que tem feito do amor em sua vida?

Em outro momento vou falar da construção do autoamor, se colocar em primeiro lugar é ser egoísta?

“Ame ao próximo como a ti mesmo.”

Abraços,

Mara Flores

 

 



  < Voltar

 

Vamos conversar? Entre em contato.

Envie uma mensagem